Enquanto Goiás tem He-Man, Vila Nova
apela para outro herói na vitória do clássico
Depois da vitória no clássico, contra o Goiás, o torcedor do Vila Nova curtiu toda uma semana SUAVE, sem piadinhas adversárias, e ainda confiante de que agora está protegido por um novo herói: Moré, o ‘Exterminador de Moché’. Foi do atacante o gol responsável por fazer descer a ‘JACA' que estava há três anos entalada na garganta colorada: faturar um clássico, e ainda de virada, contra o Periquito. Enfim, não foi à toa, ao fim do jogo, toda a choradeira que se viu dentro de campo. Tá certo que, contra um Goiás com três jogadores expulsos, até mesmo o time do Monte Cristo consegue botar na roda.
Luta pela 2ª Divisão
Mas emoção de fato vai transbordar, nos confrontos da última rodada, não do lado soberano da tabela, mas das batalhas que se anunciam entre os quatro últimos colocados: Trindade x Itumbiara e Canedense x Morrinhos. O campo ficará pequeno para os ânimos destes times, que durante o campeonato lutaram, BRAVAMENTE, para chegar à 2ª Divisão. Pois é, pelo futebol apresentado até o momento por estes clubes no Goianão, quem ficar mais com a bola leva a vaga para a Série B.
mariazinha
Agora, pasmo fiquei ao tentar entender o que se processou na caixa craniana do atacante Maranhão, da Anapolina, que marcou três gols na última rodada e teve a chance de pedir qualquer música naquele quadro do 'Fantástico' para todo o Brasil. Sei lá, fico ainda esperançoso de algum jogador TENSIONAR a bagaça, pedir um FACÇÃO CENTRAL, Sabotage, um Racionais que seja -- Vida Loka cabulosa rolando de trilha ao fundo enquanto os gols são exibidos. Ou mesmo um PARTIDO ALTO servidão, Jovelina Pérola Negra na caixa. Mas não, não é que o cara veio com uma tal de ‘Mariazinha’, PEPITA artística de Flávio e Fidel, lá mesmo de Anápolis. Bom, acho que a explicação só pode estar no refrão da música: “Ela me deu, tudo aquilo que eu não tinha. Felicidade se chama Mariazinha”. Sei bem o que é isso que ela te deu malandro!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Furando a Retranca (09/03/2010)
Depois de jantar no primeiro turno, Xata fez
tira-gosto do Periquitim na segunda fase
Vai se afunilando a reta de chegada da fase classificatória do Goianão e quem achava que o Goiás já estava sobrando mais do que pé de frango no fim da galinhada esqueceu de falar com a Anapolina. “Ainda não tem nada garantido não, chefia!”, deixou bem claro a Xata, depois de jantar o Periquitim pela segunda vez no campeonato. Tá certo que não foi uma SAPATADA como a do 1º turno, por 5 a 2; mas o gol de Maranhão no finzinho do jogo, depois de sambar na frente da zaga esmeraldina, serviu para deixar eriçadas as duas sobrancelhas do técnico Jorginho. http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,35471444-EX,00.jpg
Já no sábado foi a vez do Atlético faturar mais uma vitória em cima do Vila Nova. Alguma novidade? Nada. Até gol de goleiro já perdeu a graça nesse confronto. Desde que o Márcio usou o Vila para fazer o primeiro gol da carreira – lá pelos idos de 2007 – em todo jogo contra o Tigre lá vem ele de novo, mostrar que aprendeu direitinho. Já foram quatro ‘tentos’ no fundo das redes coloradas.
A pilantragem rubronegra no jogo foi ainda mais grave já que chegou a dar ao Tigrão a esperança de que ia sair de campo vitorioso. Mas no final, Anailson, o Filé de Borboleta, mais leve que um saco de cimento, estava no local certo para empurrar para as redes. Assim, o Vila não vence o Atlético desde janeiro de 2003.
É raio, estrela e luar
Para resolver a situação, dá-lhe reunião no Tigre. Aliás, todo dia tem uma reunião séria no OBA. Tem reunião até para marcar a próxima reunião.
Mas a salvação da lavoura colorada está para chegar! Não que a diretoria queira repatriar algum rei das pedaladas, pelo contrário. A ambição é para trazer novamente ao clube o Wando -- homônimo do rei das calcinhas. Queridinho dos colorados, a torcida já ensaia o "MEU IAIÁ, MEU IOIÔ..." para entoar nas arquibancadas frente a um gol do atacante.
tira-gosto do Periquitim na segunda fase
Vai se afunilando a reta de chegada da fase classificatória do Goianão e quem achava que o Goiás já estava sobrando mais do que pé de frango no fim da galinhada esqueceu de falar com a Anapolina. “Ainda não tem nada garantido não, chefia!”, deixou bem claro a Xata, depois de jantar o Periquitim pela segunda vez no campeonato. Tá certo que não foi uma SAPATADA como a do 1º turno, por 5 a 2; mas o gol de Maranhão no finzinho do jogo, depois de sambar na frente da zaga esmeraldina, serviu para deixar eriçadas as duas sobrancelhas do técnico Jorginho. http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,35471444-EX,00.jpg
Já no sábado foi a vez do Atlético faturar mais uma vitória em cima do Vila Nova. Alguma novidade? Nada. Até gol de goleiro já perdeu a graça nesse confronto. Desde que o Márcio usou o Vila para fazer o primeiro gol da carreira – lá pelos idos de 2007 – em todo jogo contra o Tigre lá vem ele de novo, mostrar que aprendeu direitinho. Já foram quatro ‘tentos’ no fundo das redes coloradas.
A pilantragem rubronegra no jogo foi ainda mais grave já que chegou a dar ao Tigrão a esperança de que ia sair de campo vitorioso. Mas no final, Anailson, o Filé de Borboleta, mais leve que um saco de cimento, estava no local certo para empurrar para as redes. Assim, o Vila não vence o Atlético desde janeiro de 2003.
É raio, estrela e luar
Para resolver a situação, dá-lhe reunião no Tigre. Aliás, todo dia tem uma reunião séria no OBA. Tem reunião até para marcar a próxima reunião.
Mas a salvação da lavoura colorada está para chegar! Não que a diretoria queira repatriar algum rei das pedaladas, pelo contrário. A ambição é para trazer novamente ao clube o Wando -- homônimo do rei das calcinhas. Queridinho dos colorados, a torcida já ensaia o "MEU IAIÁ, MEU IOIÔ..." para entoar nas arquibancadas frente a um gol do atacante.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Furando a Retranca (de 09/02/2010)
CAMISA 10, ANTES APENAS PARA CRAQUES, PERDEU A MORAL
Vou te falar, maior saudade do tempo em que numeração em camisa de time de futebol ia só do 1 ao 11. Época em que craque que era craque mesmo, não tinha outra opção além de vestir a 10 – que chegava a ter um peso diferente pela responsabilidade. Mas já viu como é jogador de futebol. Basta um inventar uma modinha ‘XAROPE’ que vem toda uma renca no lastro infame: seja usando chuteira colorida, cabelinho arrepiado, bola embaixo da camisa para comemorar a vinda de mais um ‘BACURI’, beijo na aliança, se referir a eles próprios na 3ª pessoa...e por aí vai. Mas o que tá ‘bombando’ agora nos gramados é o tal do jogador, com alguma referência no time, inventar números esdrúxulos para se usar nas costas. A camisa 10, antes cobiçada, tá mesmo é sobrando para qualquer volante ‘arranca-toco’.
Eterno camisa... 100
No domingo, na Serrinha, contra o Santa Helena, lá veio o Fernandão com o número 100 nas costas. Seria o peso? Não, na verdade era uma homenagem dele, feita para ele mesmo, pelo número de gols marcados pelo Periquito. Seguiu na onda do Geraldo, meia do Itumbiara, outro que veste a camisa 100 com orgulho, desde o início do Goianão. Mas a homenagem é pelo centenário de aniversário da cidade. Que frescuragem.
Tá valendo tudo para enfiar qualquer número nas costas para chamar a atenção. Assim, não vai demorar muito para logo aparecer algum jogador já com o telefone de contato nas costas – 9965-1182. Ou o boleiro precavido, número 193, em caso de acidente, liguem para os Bombeiros. Seria mais útil.
Tigre desidratado
Mas o que não teve como passar batido na última rodada é a tal da angústia vilanovense no que um dia já foram considerados clássicos. Com certeza alguém botou aquele olhar, secando a pimenteira, ali na Toca do Tigre, de tal forma que o time estremece quando pega qualquer time da capital. Colorado deve estar torcendo para o Goiânia subir logo para ver se consegue quebrar essa mandinga.
BAIANA
Outro destaque foi o zagueiro do Verdão, Toloi fazendo gol partindo do meio de campo e cortando três marcadores. Até poderia considerar o lance de habilidade se o adversário e a zaga costurada pelo "Zagueiro-Emo" não fosse a do Santa Helena. Quero ver fazer isso no Estádio João Vilela, em Morrinhos. Nativos das plagas, que costumam só andar com a 'KNIFE' no bolso, não deixariam barato. E já aposto que, mesmo na lanterna, se Morrinhos perder para o Goiás no sábado, em casa, saio vestido de baiana no Carnaval.
Vou te falar, maior saudade do tempo em que numeração em camisa de time de futebol ia só do 1 ao 11. Época em que craque que era craque mesmo, não tinha outra opção além de vestir a 10 – que chegava a ter um peso diferente pela responsabilidade. Mas já viu como é jogador de futebol. Basta um inventar uma modinha ‘XAROPE’ que vem toda uma renca no lastro infame: seja usando chuteira colorida, cabelinho arrepiado, bola embaixo da camisa para comemorar a vinda de mais um ‘BACURI’, beijo na aliança, se referir a eles próprios na 3ª pessoa...e por aí vai. Mas o que tá ‘bombando’ agora nos gramados é o tal do jogador, com alguma referência no time, inventar números esdrúxulos para se usar nas costas. A camisa 10, antes cobiçada, tá mesmo é sobrando para qualquer volante ‘arranca-toco’.
Eterno camisa... 100
No domingo, na Serrinha, contra o Santa Helena, lá veio o Fernandão com o número 100 nas costas. Seria o peso? Não, na verdade era uma homenagem dele, feita para ele mesmo, pelo número de gols marcados pelo Periquito. Seguiu na onda do Geraldo, meia do Itumbiara, outro que veste a camisa 100 com orgulho, desde o início do Goianão. Mas a homenagem é pelo centenário de aniversário da cidade. Que frescuragem.
Tá valendo tudo para enfiar qualquer número nas costas para chamar a atenção. Assim, não vai demorar muito para logo aparecer algum jogador já com o telefone de contato nas costas – 9965-1182. Ou o boleiro precavido, número 193, em caso de acidente, liguem para os Bombeiros. Seria mais útil.
Tigre desidratado
Mas o que não teve como passar batido na última rodada é a tal da angústia vilanovense no que um dia já foram considerados clássicos. Com certeza alguém botou aquele olhar, secando a pimenteira, ali na Toca do Tigre, de tal forma que o time estremece quando pega qualquer time da capital. Colorado deve estar torcendo para o Goiânia subir logo para ver se consegue quebrar essa mandinga.
BAIANA
Outro destaque foi o zagueiro do Verdão, Toloi fazendo gol partindo do meio de campo e cortando três marcadores. Até poderia considerar o lance de habilidade se o adversário e a zaga costurada pelo "Zagueiro-Emo" não fosse a do Santa Helena. Quero ver fazer isso no Estádio João Vilela, em Morrinhos. Nativos das plagas, que costumam só andar com a 'KNIFE' no bolso, não deixariam barato. E já aposto que, mesmo na lanterna, se Morrinhos perder para o Goiás no sábado, em casa, saio vestido de baiana no Carnaval.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Furando a Retranca de 02/02/2010
PERIQUITO ALIVIA GERAL, MAS SACANEIA A FREGUESIA
Êh, Vila Nova! Vai sofrer assim só lá pelas quebradas do Haiti. Depois de passar pelo Morrinhos no maior sufoco, o Tigrão chegou na Serrinha já se achando o ‘Zé Fofim de Ogum’. E tome nova taca esmeraldina. A quinta nos últimos cinco confrontos contra esse Periquito que está se mostrando o maior malandrão, né não? Leva chucho do Crac, chucho da Anapolina, chucho do Atlético, mas quando chega a hora de fazer uma graça para o vizinho colorado de tanto tempo, o mais humilde... Aí não: Clientela é Clientela, mas Freguesia é Freguesia.
Calaça não desiste
Agora, brasileiro mesmo, e que de fato não desiste nunca, é esse tal de Rodrigo Calaça. Depois de passar quase dois anos esquentando o buraco – mesmo quando o colega de trave Harlei era chamado de 'Bracim de Jacaré’ pelos torcedores – ainda chega fazendo bonito quando é chamado a campo. Esse, sim, não desiste de ser escalado nunca!
E o goleiro Calaça, titular ABSOLUTO da reserva do Goiás, ganhou o bônus de jogar a partida contra o Itumbiara. Para se ter uma noção da importância disso, o último jogo inteiro de Calaça pelo Verdão foi dia 30 de março de 2008. Naquela época, nem existia Twitter, Avatar 3-D, e mais uma renca dessas inflamações modernetes.
Drugs and Barbecue
A Secretaria de Segurança Pública já alertou para o estrago que o Crac anda fazendo na capital, e não é por menos. No domingo a vítima da vez foi o Dragão, que deixou o Estádio Genervino da Fonseca ‘GROGUE’ feito uma cabaça. Também, com a contusão do ‘xerifão’ Jairo no aquecimento e o corredor que se formou na zaga rubronegra, só restou ao ataque do Azulão combinar ali melhor que mandioquinha derretendo em cima da carne assada.
Êh, Vila Nova! Vai sofrer assim só lá pelas quebradas do Haiti. Depois de passar pelo Morrinhos no maior sufoco, o Tigrão chegou na Serrinha já se achando o ‘Zé Fofim de Ogum’. E tome nova taca esmeraldina. A quinta nos últimos cinco confrontos contra esse Periquito que está se mostrando o maior malandrão, né não? Leva chucho do Crac, chucho da Anapolina, chucho do Atlético, mas quando chega a hora de fazer uma graça para o vizinho colorado de tanto tempo, o mais humilde... Aí não: Clientela é Clientela, mas Freguesia é Freguesia.
Calaça não desiste
Agora, brasileiro mesmo, e que de fato não desiste nunca, é esse tal de Rodrigo Calaça. Depois de passar quase dois anos esquentando o buraco – mesmo quando o colega de trave Harlei era chamado de 'Bracim de Jacaré’ pelos torcedores – ainda chega fazendo bonito quando é chamado a campo. Esse, sim, não desiste de ser escalado nunca!
E o goleiro Calaça, titular ABSOLUTO da reserva do Goiás, ganhou o bônus de jogar a partida contra o Itumbiara. Para se ter uma noção da importância disso, o último jogo inteiro de Calaça pelo Verdão foi dia 30 de março de 2008. Naquela época, nem existia Twitter, Avatar 3-D, e mais uma renca dessas inflamações modernetes.
Drugs and Barbecue
A Secretaria de Segurança Pública já alertou para o estrago que o Crac anda fazendo na capital, e não é por menos. No domingo a vítima da vez foi o Dragão, que deixou o Estádio Genervino da Fonseca ‘GROGUE’ feito uma cabaça. Também, com a contusão do ‘xerifão’ Jairo no aquecimento e o corredor que se formou na zaga rubronegra, só restou ao ataque do Azulão combinar ali melhor que mandioquinha derretendo em cima da carne assada.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Furando a RETRANQUIS de 26/01/2010
PRÍNCIPE ESMERALDINHO SOZINHO COM A LANTERNA
Mas logo você, príncipe Esmeraldinho? Quem diria que do alto de seu palácio na Serrinha, com toda pompa, equipado com piscina e parque temático, chegaria ao ponto de ver todos os concorrentes do Goianão pelo ‘forevis’, como diria o inigualável Mussum. Sobrou para o ‘angelical’ titio Hélio pagar o pato. Chefia ali do Verdão, que BABAVA GOSTOSO no sofá, chegou a acordar e por enquanto só sabe mesmo é que mataram o gato – mas como se faz o tamborim que é bom, nada. Mas tanquilidade moçada; antes sem cabelo que careca. A solução tá fácil demais e atende pelo nome de professor Luis Dário, que deve estar louco para dirigir o centésimo time da carreira.
Campanha Fica Hélio!
No entanto, a demissão do técnico Hélio dos Anjos do Goiás acabou frustrando mesmo foi a torcida do Vila Nova, que já encabeçava a campanha ’Fica Hélio!’. Isto por que, com a ‘uruca’ que se encontrava o treinador, só mesmo com ele no time rival o Tigre teria chances de faturar o clássico que será sábado.
Para um time que não conseguiu segurar nem um tal de Geraldo, do Itumbiara – maior cinturinha de Kombi, camisa 100 nas costas e trancinhas tipo Váger Love – o que dirá então contra o Goiás, agora de técnico novo e armado até com He-Man, os poderes de ‘GREYSCOW’ e tudo o mais.
Estragando planos
Agora, a campanha desastrosa do Verdão acabou atrapalhando mesmo foi os planos do Morrinhos na competição. O antigo Leão do Sul, que arrancou lágrimas dos sexagenários moradores ao ser trasformado em Tricolor dos Pomares, já estava com tudo esquematizado para assumir a lanterna isolada do Goianão nas primeiras rodadas, se fingir de presa fácil e só arrancar de fato na reta de chegada, quando os clubes passam a disputar BEICINHO a BEICINHO para não cair. Mas não teve jeito.
Melhor para o Crac, que segue ali aproveitando-se da vacilagem geral do clubes da capital. Curtindo a maciota, em pé sentado e deitado sem dormir; e sentado sem cochilar fazendo 'POSIS' - conceituaria Kid Mumu da Mangueira.
Mas logo você, príncipe Esmeraldinho? Quem diria que do alto de seu palácio na Serrinha, com toda pompa, equipado com piscina e parque temático, chegaria ao ponto de ver todos os concorrentes do Goianão pelo ‘forevis’, como diria o inigualável Mussum. Sobrou para o ‘angelical’ titio Hélio pagar o pato. Chefia ali do Verdão, que BABAVA GOSTOSO no sofá, chegou a acordar e por enquanto só sabe mesmo é que mataram o gato – mas como se faz o tamborim que é bom, nada. Mas tanquilidade moçada; antes sem cabelo que careca. A solução tá fácil demais e atende pelo nome de professor Luis Dário, que deve estar louco para dirigir o centésimo time da carreira.
Campanha Fica Hélio!
No entanto, a demissão do técnico Hélio dos Anjos do Goiás acabou frustrando mesmo foi a torcida do Vila Nova, que já encabeçava a campanha ’Fica Hélio!’. Isto por que, com a ‘uruca’ que se encontrava o treinador, só mesmo com ele no time rival o Tigre teria chances de faturar o clássico que será sábado.
Para um time que não conseguiu segurar nem um tal de Geraldo, do Itumbiara – maior cinturinha de Kombi, camisa 100 nas costas e trancinhas tipo Váger Love – o que dirá então contra o Goiás, agora de técnico novo e armado até com He-Man, os poderes de ‘GREYSCOW’ e tudo o mais.
Estragando planos
Agora, a campanha desastrosa do Verdão acabou atrapalhando mesmo foi os planos do Morrinhos na competição. O antigo Leão do Sul, que arrancou lágrimas dos sexagenários moradores ao ser trasformado em Tricolor dos Pomares, já estava com tudo esquematizado para assumir a lanterna isolada do Goianão nas primeiras rodadas, se fingir de presa fácil e só arrancar de fato na reta de chegada, quando os clubes passam a disputar BEICINHO a BEICINHO para não cair. Mas não teve jeito.
Melhor para o Crac, que segue ali aproveitando-se da vacilagem geral do clubes da capital. Curtindo a maciota, em pé sentado e deitado sem dormir; e sentado sem cochilar fazendo 'POSIS' - conceituaria Kid Mumu da Mangueira.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Furando a Retranca de 19/01/2010
ESTÁ DECRETADO: CANECO DO GOINÃO VAI PARA INTERIOR
Depois do maçante lenga-lenga característico da pré-temporada, com a despedida de jogadores e novas caras chegando ao clubes prontas para beijar o escudo e fazer juras de amor, ENFIM, rola a bola pelos estaduais. E nada melhor do que ver, logo na 1ª rodada, os que se intitulam ‘GRANDES’ da capital acirrarem ainda mais a peleja pelos gramados goianos, com a aplicação da dose de esperança necessária aos ‘PEQUENOS’ do Estado. Uma coisa é certa: Goianão fica bem mais emocionante quando os ânimos se assanham nos clubes do interior. Já tem aí charangas históricas tirando o pó e dando aquele lustre nos instrumentos. Aposto o braço direito de que neste ano o caneco vai para o interior.
O pessoal agora tem que colocar na cabeça que no Campeonato Goiano não adianta inventar. De nada vale trazer jogador do Chile ou acostumado a chuteirinha macia. Leva os três pontos a equipe que tem a canela mais seca e trata de comer a grama. RUMINAÇÃO é a regra, rapá!
O melhor é seguir o exemplo do Botafogo (DF), que na abertura do campeonato Brasiliense, contou com o faro do artilheiro ZÉ DO GOL. É isso! Simples e Letal. Não existe nome mais propício para um artilheiro. Sem titubear na escalação, em campo, é Zé do Gol e mais dez.
Mãe mesmo é zaga do Verdão
Atual campeão goiano, o Goiás foi gentil ao fazer a festa da moçada de Catalão, sendo derrotado por 1 a 0 pelo Crac. Bondosa como só ela sabe ser, a zaga esmeraldina continua sendo a mesma mãe de 2009. E o pior é que, até o momento, ninguém ali na Serrinha se preocupou em dar corda no relógio do Fernandão. Desde que voltou das Arábias, o atacante parece que se encontra sempre cinco segundos atrasado que os demais jogadores. Movimenta-se pelo gramado em um ritmo particularmente GROGUE -- também denominado de 'EFEITO MATRIX' -- como se a realidade ao seu redor estivesse anestesiada.
Despedida antecipada
Agora, técnico firmeza é o tal Gilmar Iser, que mesmo antes de começar o campeonato pediu demissão do Santa Helena. Não precisou nem a bola rolar para ele vislumbrar a roubada em que estava. E pior é que nem foi tanta roubada assim. Depois do empate de ontem, por 1 a 1, contra o Tigre, a empolgação do time do Santa Helena por pouco não levou a uma volta olímpica em pleno OBA.
Depois do maçante lenga-lenga característico da pré-temporada, com a despedida de jogadores e novas caras chegando ao clubes prontas para beijar o escudo e fazer juras de amor, ENFIM, rola a bola pelos estaduais. E nada melhor do que ver, logo na 1ª rodada, os que se intitulam ‘GRANDES’ da capital acirrarem ainda mais a peleja pelos gramados goianos, com a aplicação da dose de esperança necessária aos ‘PEQUENOS’ do Estado. Uma coisa é certa: Goianão fica bem mais emocionante quando os ânimos se assanham nos clubes do interior. Já tem aí charangas históricas tirando o pó e dando aquele lustre nos instrumentos. Aposto o braço direito de que neste ano o caneco vai para o interior.
O pessoal agora tem que colocar na cabeça que no Campeonato Goiano não adianta inventar. De nada vale trazer jogador do Chile ou acostumado a chuteirinha macia. Leva os três pontos a equipe que tem a canela mais seca e trata de comer a grama. RUMINAÇÃO é a regra, rapá!
O melhor é seguir o exemplo do Botafogo (DF), que na abertura do campeonato Brasiliense, contou com o faro do artilheiro ZÉ DO GOL. É isso! Simples e Letal. Não existe nome mais propício para um artilheiro. Sem titubear na escalação, em campo, é Zé do Gol e mais dez.
Mãe mesmo é zaga do Verdão
Atual campeão goiano, o Goiás foi gentil ao fazer a festa da moçada de Catalão, sendo derrotado por 1 a 0 pelo Crac. Bondosa como só ela sabe ser, a zaga esmeraldina continua sendo a mesma mãe de 2009. E o pior é que, até o momento, ninguém ali na Serrinha se preocupou em dar corda no relógio do Fernandão. Desde que voltou das Arábias, o atacante parece que se encontra sempre cinco segundos atrasado que os demais jogadores. Movimenta-se pelo gramado em um ritmo particularmente GROGUE -- também denominado de 'EFEITO MATRIX' -- como se a realidade ao seu redor estivesse anestesiada.
Despedida antecipada
Agora, técnico firmeza é o tal Gilmar Iser, que mesmo antes de começar o campeonato pediu demissão do Santa Helena. Não precisou nem a bola rolar para ele vislumbrar a roubada em que estava. E pior é que nem foi tanta roubada assim. Depois do empate de ontem, por 1 a 1, contra o Tigre, a empolgação do time do Santa Helena por pouco não levou a uma volta olímpica em pleno OBA.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Furando a Retranca (publicada dia 15/12/2009)
CAMPOS VAZIOS E O VAGAR ERRANTE DOS TORCEDORES
Sem Brasileirão, sem futebol... sem destino. Agora, nas tardes maçantes de domingo, torcedores vagam sem rumo como um pistoleiro cabível em qualquer película do mestre Sérgio Leone. Não há depressão mais pungente do que os meses de interlúdio entre batalhas e, definitivamente, pós-A Maior Delas, quando os craques passam a se dedicar profissionalmente à bebericagem de whisky, enquanto são agraciados por seus HARÉNS particulares (à parte aqui, claro, os Atletas de Cristo, sempre com os dedinhos voltados ao Negão, que fique bem registrado!)
Alento no amadorismo
A única sorte da moçada, no final de ano, é ainda poder contar com os campeonatos amadores que pipocam pela capital, muitos deles em sua fase decisiva. E nada melhor do que assistir serem travadas verdadeiras decisões, na boa e velha regra do “MATA-MATA”, com direito a prorrogação, pênaltis e nervos frenéticos.
Passa longe das várzeas a tal ‘frescuragem’ de pontos corridos, que leva o até então ‘raçudo’ Grêmio a entrar em campo na rodada decisiva com a equipe praticamente SUB-15. E o que dizer da torcida no estádio gritando para o time entregar e hostilizar os garotos que ainda assim mostraram serviço em campo. Nada aquém do RIDÍCULO. Isso acaba levando o pessoal a torcer muito mais ‘secando’ os outros times do que para as cores de seu clube.
Feijuca e sono profundo
Restam ainda outras opções ao boleiro aficcionado, que mora longe de qualquer campo de várzea. A melhor delas, talvez seja a leve alteração do dia da sagrada feijoada: de sábado para domingo. Vá por mim! Depois de bater aquela ‘feijuca’, por volta das 15 horas, caprichada de toicinho, BACON e demais partes GRAXOSAS do porco, esparrame-te, caro leitor, no próprio sofá onde já transpira.
Vem daí um sono pesado de tal magnitude que só poderá ser perturbado lá pelo final do “Fantástico”, como diria um sofrido compadre palmeirense. Se dependesse dele, a vontade seria dormir todo o ano de 2010, para não ter que ouvir o ‘sarro’ dos inflamados sãopaulinos e corintianos, ambos a festejar presença na Libertadores.
Ou pior, um sono do torcedor do Goiás. Pode você, esmeraldino, dormir mais uns cinco anos, pelo menos, até o time resolver cumprir o eterno plano de rivalizar ombro a ombro com os grandes do Brasileirão. Já o torcedor do Atlético, LIGADÃO, não prega os olhos, louco para ver o que vai ser desse time. Quem vai chegar na área? Já quanto ao torcedor do Vila. Aquela coisa. Tanto faz como tanto fez.
Sem Brasileirão, sem futebol... sem destino. Agora, nas tardes maçantes de domingo, torcedores vagam sem rumo como um pistoleiro cabível em qualquer película do mestre Sérgio Leone. Não há depressão mais pungente do que os meses de interlúdio entre batalhas e, definitivamente, pós-A Maior Delas, quando os craques passam a se dedicar profissionalmente à bebericagem de whisky, enquanto são agraciados por seus HARÉNS particulares (à parte aqui, claro, os Atletas de Cristo, sempre com os dedinhos voltados ao Negão, que fique bem registrado!)
Alento no amadorismo
A única sorte da moçada, no final de ano, é ainda poder contar com os campeonatos amadores que pipocam pela capital, muitos deles em sua fase decisiva. E nada melhor do que assistir serem travadas verdadeiras decisões, na boa e velha regra do “MATA-MATA”, com direito a prorrogação, pênaltis e nervos frenéticos.
Passa longe das várzeas a tal ‘frescuragem’ de pontos corridos, que leva o até então ‘raçudo’ Grêmio a entrar em campo na rodada decisiva com a equipe praticamente SUB-15. E o que dizer da torcida no estádio gritando para o time entregar e hostilizar os garotos que ainda assim mostraram serviço em campo. Nada aquém do RIDÍCULO. Isso acaba levando o pessoal a torcer muito mais ‘secando’ os outros times do que para as cores de seu clube.
Feijuca e sono profundo
Restam ainda outras opções ao boleiro aficcionado, que mora longe de qualquer campo de várzea. A melhor delas, talvez seja a leve alteração do dia da sagrada feijoada: de sábado para domingo. Vá por mim! Depois de bater aquela ‘feijuca’, por volta das 15 horas, caprichada de toicinho, BACON e demais partes GRAXOSAS do porco, esparrame-te, caro leitor, no próprio sofá onde já transpira.
Vem daí um sono pesado de tal magnitude que só poderá ser perturbado lá pelo final do “Fantástico”, como diria um sofrido compadre palmeirense. Se dependesse dele, a vontade seria dormir todo o ano de 2010, para não ter que ouvir o ‘sarro’ dos inflamados sãopaulinos e corintianos, ambos a festejar presença na Libertadores.
Ou pior, um sono do torcedor do Goiás. Pode você, esmeraldino, dormir mais uns cinco anos, pelo menos, até o time resolver cumprir o eterno plano de rivalizar ombro a ombro com os grandes do Brasileirão. Já o torcedor do Atlético, LIGADÃO, não prega os olhos, louco para ver o que vai ser desse time. Quem vai chegar na área? Já quanto ao torcedor do Vila. Aquela coisa. Tanto faz como tanto fez.
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torcedor sem rumo
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Furando a Retranca (publicada dia 08/12 no Jornal Daqui)
GOIÁS FECHA BRASILEIRÃO COM GOSTO
DE SOPINHA DE HOSPITAL
Tem gente que reclama à toa demais falando que não existe coisa mais sem graça do que a última rodada do Brasileirão para quem torce pelo Goiás. Tá certo que o Verdão não concorria a nada, tava ali tranquilo na 9ª posição, dé férias já e cozinhando o jogo com o Vitória no ‘banho-maria’. Enfim, um jogo mais sem sal do que namoro com Sandy – passeio no shopping, só a mãozinha dada... e nada mais. Mas o torcedor esmeraldino, muito além da lamentação, precisa mesmo é valorizar o lado positivo disso: poder aproveitar o domingão para outros fins enquanto a moçada dos outros times, no ‘descabelo’, amplia a entrada lustrosa da careca.
Passeios com a fêmea
Para o torcedor esmeraldino, a rodada final do Brasileirão passa longe do desespero em frente à TV. Nada de se afogar no torresmo e na ‘breja’ para controlar os nervos. Foi um domingo zen, mais para monge budista do que torcedor. Bom para liquidar logo aquela visita que estava devendo para a família da fêmea. Melhor ainda se o cunhado ‘xarope’ for um Palmeirense doente. Coitado! Se sentindo o pior dos infelizes depois da derrocada do time, que nem beliscou uma vaga na Libertadores.
Já o esmeraldino segue ali, tranquilo como o Jeca criado por Mazzaropi, vez ou outra pescando mansamente os resultados dos jogos. Perdendo ou ganhando, tá beleza, o final de semana não está comprometido. Se quiser ainda pode aproveitar para tirar sarro com o bando de flamenguistas que topar pelo caminho, pelo ‘hexa(Penta)campeonato’.
Depois do mel, a faca
Diretoria atleticana já foi ao Rio procurar reforços, e com razão. Não vai achando que o elenco aí será capaz de fazer milagre na Série A. É como segue a ordem das coisas: cada um prova o gostinho do mel, e depois a faca.
DE SOPINHA DE HOSPITAL
Tem gente que reclama à toa demais falando que não existe coisa mais sem graça do que a última rodada do Brasileirão para quem torce pelo Goiás. Tá certo que o Verdão não concorria a nada, tava ali tranquilo na 9ª posição, dé férias já e cozinhando o jogo com o Vitória no ‘banho-maria’. Enfim, um jogo mais sem sal do que namoro com Sandy – passeio no shopping, só a mãozinha dada... e nada mais. Mas o torcedor esmeraldino, muito além da lamentação, precisa mesmo é valorizar o lado positivo disso: poder aproveitar o domingão para outros fins enquanto a moçada dos outros times, no ‘descabelo’, amplia a entrada lustrosa da careca.
Passeios com a fêmea
Para o torcedor esmeraldino, a rodada final do Brasileirão passa longe do desespero em frente à TV. Nada de se afogar no torresmo e na ‘breja’ para controlar os nervos. Foi um domingo zen, mais para monge budista do que torcedor. Bom para liquidar logo aquela visita que estava devendo para a família da fêmea. Melhor ainda se o cunhado ‘xarope’ for um Palmeirense doente. Coitado! Se sentindo o pior dos infelizes depois da derrocada do time, que nem beliscou uma vaga na Libertadores.
Já o esmeraldino segue ali, tranquilo como o Jeca criado por Mazzaropi, vez ou outra pescando mansamente os resultados dos jogos. Perdendo ou ganhando, tá beleza, o final de semana não está comprometido. Se quiser ainda pode aproveitar para tirar sarro com o bando de flamenguistas que topar pelo caminho, pelo ‘hexa(Penta)campeonato’.
Depois do mel, a faca
Diretoria atleticana já foi ao Rio procurar reforços, e com razão. Não vai achando que o elenco aí será capaz de fazer milagre na Série A. É como segue a ordem das coisas: cada um prova o gostinho do mel, e depois a faca.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Furando a Retranca (publicada dia 24/11/09)
TEMPERO VERDE AZEDA O MINGAU DO URUBÚ
Depois de uma semana quente, repleta de fofocas e diz-que-me-disse no ‘salão de beleza’ da Serrinha, o Goiás resolveu mostrar domingo o seu real objetivo neste Brasileirão: azedar o mingau alheio. E nem adiantou o Flamengo armar a festa, montar mosaico com mais de 80 mil torcedores, e muito menos fazer uso de seu quadrado mágico (o tal S-T-J-D) para buscar a liderança. No fim das contas, o Periquito acabou com a farra e deixou o Maraca cantarolando “eu sou a mosca que pintou prá lhe abusar”. Agora resta ver se o Verdão também consegue falar grosso no jogo que pode dar aos ‘Bambis’ o tetra.
Ressaca na Campininha
A manhã de segunda-feira foi de uma ‘morgação’ satisfeita na cara de quem circulava ali pela Campininha. Ainda afetados pela ressaca da festa que começou no sábado – depois de confirmado o acesso do Dragão à Série A – e varou o domingo, os torcedores rubronegros seguem sonhando alto. “O objetivo agora é uma vaga na Libertadores”, afirma um atleticano roxo, ainda trajando o uniforme vestido no início do final de semana. “Marcão é seleção”, completa outro eufórico companheiro rubronegro.
O único conselho nesses casos é lidar com muita cautela, estudar bem o ambiente antes de cogitar para algum torcedor se, por acaso, este ‘Adeus!’ à Série B pode ser na verdade um ‘Até logo!’ O melhor mesmo é deixar a poeira baixar um pouco.
Agora é tarde
Cumprindo tabela no final da Série B, virou moda ali no Tigrão jogador passar a jogar bonito. De uma hora para outra aprendeu a fintar, fazer tabelinha, chutar no ângulo. Isso é que é vontade de jogar um Goianão.
Depois de uma semana quente, repleta de fofocas e diz-que-me-disse no ‘salão de beleza’ da Serrinha, o Goiás resolveu mostrar domingo o seu real objetivo neste Brasileirão: azedar o mingau alheio. E nem adiantou o Flamengo armar a festa, montar mosaico com mais de 80 mil torcedores, e muito menos fazer uso de seu quadrado mágico (o tal S-T-J-D) para buscar a liderança. No fim das contas, o Periquito acabou com a farra e deixou o Maraca cantarolando “eu sou a mosca que pintou prá lhe abusar”. Agora resta ver se o Verdão também consegue falar grosso no jogo que pode dar aos ‘Bambis’ o tetra.
Ressaca na Campininha
A manhã de segunda-feira foi de uma ‘morgação’ satisfeita na cara de quem circulava ali pela Campininha. Ainda afetados pela ressaca da festa que começou no sábado – depois de confirmado o acesso do Dragão à Série A – e varou o domingo, os torcedores rubronegros seguem sonhando alto. “O objetivo agora é uma vaga na Libertadores”, afirma um atleticano roxo, ainda trajando o uniforme vestido no início do final de semana. “Marcão é seleção”, completa outro eufórico companheiro rubronegro.
O único conselho nesses casos é lidar com muita cautela, estudar bem o ambiente antes de cogitar para algum torcedor se, por acaso, este ‘Adeus!’ à Série B pode ser na verdade um ‘Até logo!’ O melhor mesmo é deixar a poeira baixar um pouco.
Agora é tarde
Cumprindo tabela no final da Série B, virou moda ali no Tigrão jogador passar a jogar bonito. De uma hora para outra aprendeu a fintar, fazer tabelinha, chutar no ângulo. Isso é que é vontade de jogar um Goianão.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Furando a Retranca (publicada dia 17/11/09)
DRAGÃO LONGE DE CASA VIRA
O QUERIDINHO DA VÓ
Anda muito mimadinho esse Dragão, não tá não? O time não pode sair de casa para brincar em outro quintal que fica todo travado, sem saber o que fazer. O time se encolhe em campo e apanha de umas equipes ‘barnabés’, como Ipatinga, Duque de Caxias...Tá parecendo até menino criado por vó, que cresceu à base de leitinho com pêra, bolacha recheada, iogurte, e só faz graça quando tá no seu terreiro. Já podia estar sossegado com a vaga carimbada na Série A, mas agora enfrenta mais um jogo fora do Serra Dourada, de novo contra um time que pendenga cair para a Série C e, para piorar, com a sombra do Figueira no cangote. Meninão rubronegro vai ter de mostrar que também sabe fazer bonitin longe de casa né, coisa linda da vovó!
Fogo no carvão
Mas vem cá, até quem pega o busão no Terminal Praça da Bíblia tá sentindo, desde domingo, o cheirão da picanha assada vindo ali do OBA. Isso porque depois da vitória sobre o Fortaleza, o Tigrão pode calçar o chinelinho, tirar aquela loira do freezer já com véu de noiva, ascender o carvão e só pensar de novo em jogar bola no ano que vem. Se brincar, ainda corre o risco de ser o único time goiano a comemorar alguma coisa.
Para você ver como são estranhas essas coisas do futebol. Mesmo se o time for meia-boca, passar sufoco para não ser rebaixado, mas acabar escapando, fica melhor na fita para o torcedor do que aquele que periga ganhar alguma coisa mas vacila no final.
Nova torcida
E o Goiás, depois de passar oito rodadas sem vencer no, enfim, mostrou reação: tomou o primeiro gol, correu atrás, virou o jogo, faturou três pontos mas... ninguém viu. No domingo, o que se via na arquibancada do Serra era só alguns pontos verdes espalhados. Parecia a Associação das Ervilhas Independentes.
O QUERIDINHO DA VÓ
Anda muito mimadinho esse Dragão, não tá não? O time não pode sair de casa para brincar em outro quintal que fica todo travado, sem saber o que fazer. O time se encolhe em campo e apanha de umas equipes ‘barnabés’, como Ipatinga, Duque de Caxias...Tá parecendo até menino criado por vó, que cresceu à base de leitinho com pêra, bolacha recheada, iogurte, e só faz graça quando tá no seu terreiro. Já podia estar sossegado com a vaga carimbada na Série A, mas agora enfrenta mais um jogo fora do Serra Dourada, de novo contra um time que pendenga cair para a Série C e, para piorar, com a sombra do Figueira no cangote. Meninão rubronegro vai ter de mostrar que também sabe fazer bonitin longe de casa né, coisa linda da vovó!
Fogo no carvão
Mas vem cá, até quem pega o busão no Terminal Praça da Bíblia tá sentindo, desde domingo, o cheirão da picanha assada vindo ali do OBA. Isso porque depois da vitória sobre o Fortaleza, o Tigrão pode calçar o chinelinho, tirar aquela loira do freezer já com véu de noiva, ascender o carvão e só pensar de novo em jogar bola no ano que vem. Se brincar, ainda corre o risco de ser o único time goiano a comemorar alguma coisa.
Para você ver como são estranhas essas coisas do futebol. Mesmo se o time for meia-boca, passar sufoco para não ser rebaixado, mas acabar escapando, fica melhor na fita para o torcedor do que aquele que periga ganhar alguma coisa mas vacila no final.
Nova torcida
E o Goiás, depois de passar oito rodadas sem vencer no, enfim, mostrou reação: tomou o primeiro gol, correu atrás, virou o jogo, faturou três pontos mas... ninguém viu. No domingo, o que se via na arquibancada do Serra era só alguns pontos verdes espalhados. Parecia a Associação das Ervilhas Independentes.
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