DRAGÃO LONGE DE CASA VIRA
O QUERIDINHO DA VÓ
Anda muito mimadinho esse Dragão, não tá não? O time não pode sair de casa para brincar em outro quintal que fica todo travado, sem saber o que fazer. O time se encolhe em campo e apanha de umas equipes ‘barnabés’, como Ipatinga, Duque de Caxias...Tá parecendo até menino criado por vó, que cresceu à base de leitinho com pêra, bolacha recheada, iogurte, e só faz graça quando tá no seu terreiro. Já podia estar sossegado com a vaga carimbada na Série A, mas agora enfrenta mais um jogo fora do Serra Dourada, de novo contra um time que pendenga cair para a Série C e, para piorar, com a sombra do Figueira no cangote. Meninão rubronegro vai ter de mostrar que também sabe fazer bonitin longe de casa né, coisa linda da vovó!
Fogo no carvão
Mas vem cá, até quem pega o busão no Terminal Praça da Bíblia tá sentindo, desde domingo, o cheirão da picanha assada vindo ali do OBA. Isso porque depois da vitória sobre o Fortaleza, o Tigrão pode calçar o chinelinho, tirar aquela loira do freezer já com véu de noiva, ascender o carvão e só pensar de novo em jogar bola no ano que vem. Se brincar, ainda corre o risco de ser o único time goiano a comemorar alguma coisa.
Para você ver como são estranhas essas coisas do futebol. Mesmo se o time for meia-boca, passar sufoco para não ser rebaixado, mas acabar escapando, fica melhor na fita para o torcedor do que aquele que periga ganhar alguma coisa mas vacila no final.
Nova torcida
E o Goiás, depois de passar oito rodadas sem vencer no, enfim, mostrou reação: tomou o primeiro gol, correu atrás, virou o jogo, faturou três pontos mas... ninguém viu. No domingo, o que se via na arquibancada do Serra era só alguns pontos verdes espalhados. Parecia a Associação das Ervilhas Independentes.
Mostrando postagens com marcador Vila Nova e Atlético. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vila Nova e Atlético. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 17 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Furando a Retranca(publicada dia 10/11 no Jornal Daqui)
CLIMA DE FINADOS NO VERDÃO COMOVE RIVAIS
O encerramento do Brasileirão 2009 se aproxima com o maior clima de Finados no Verdão. E com direito inclusive a epitáfio pronto: “Um dia eu acreditei na 'Estrela Dourada', e até pedi uma de presente ao Papai Noel”. O bode amarrado ali na Serrinha pesou tanto o ambiente que até torcidas adversárias locais – vilanovenses e atleticanos – que não perdem a chance de tirar um sarro com o Periquito, desta vez estão até segurando a piada na ponta da língua venenosa. ”Gozação tem limite, vamos respeitar aí a dor dos aflitos”, diz em tom de luto um torcedor do Tigrão, que agora está mais aliviado, tranquilão. Não só pelo fato do time escapar do rebaixamento, mas sobretudo porque não precisa mais ficar fazendo conta dos números do colorado. Dá muita dor de cabeça.
A TAL DA CRISE
Onda errada assim no Goiás só pode ser mesmo a tal crise técnica, tática e psicológica, definida pelo treinador Hélio dos Anjos. Mas só é possível entender o que isso tudo significa quando você vê a cara do Hélio – sofrendo mais que um porco-espinho dando a luz – quando um dos jogadores do time teima em ser expulso. Acho que está na hora dele usar a arma secreta que tem ali no banco. Já que tem jogador fazendo corpo-mole, correndo pra não chegar, calça logo as chuteira no Bebeto, o massagista mais veloz do Brasil, e coloca o cara em campo que resolve
GERIATRIA ALIVIADA
O Atlético, por sua vez, conseguiu com a goleada sobre o Guarani acalmar um pouco a turma do amendoim rubronegro. Isso porque não existe torcida mais exigente do que a ala geriátrica do Dragão. Pessoal com nervos exaltados, que em todo o jogo arrisca até mesmo sofrer um ataque cardíaco pelo Dragão. Vitória só não serve, tem que dar show!
O encerramento do Brasileirão 2009 se aproxima com o maior clima de Finados no Verdão. E com direito inclusive a epitáfio pronto: “Um dia eu acreditei na 'Estrela Dourada', e até pedi uma de presente ao Papai Noel”. O bode amarrado ali na Serrinha pesou tanto o ambiente que até torcidas adversárias locais – vilanovenses e atleticanos – que não perdem a chance de tirar um sarro com o Periquito, desta vez estão até segurando a piada na ponta da língua venenosa. ”Gozação tem limite, vamos respeitar aí a dor dos aflitos”, diz em tom de luto um torcedor do Tigrão, que agora está mais aliviado, tranquilão. Não só pelo fato do time escapar do rebaixamento, mas sobretudo porque não precisa mais ficar fazendo conta dos números do colorado. Dá muita dor de cabeça.
A TAL DA CRISE
Onda errada assim no Goiás só pode ser mesmo a tal crise técnica, tática e psicológica, definida pelo treinador Hélio dos Anjos. Mas só é possível entender o que isso tudo significa quando você vê a cara do Hélio – sofrendo mais que um porco-espinho dando a luz – quando um dos jogadores do time teima em ser expulso. Acho que está na hora dele usar a arma secreta que tem ali no banco. Já que tem jogador fazendo corpo-mole, correndo pra não chegar, calça logo as chuteira no Bebeto, o massagista mais veloz do Brasil, e coloca o cara em campo que resolve
GERIATRIA ALIVIADA
O Atlético, por sua vez, conseguiu com a goleada sobre o Guarani acalmar um pouco a turma do amendoim rubronegro. Isso porque não existe torcida mais exigente do que a ala geriátrica do Dragão. Pessoal com nervos exaltados, que em todo o jogo arrisca até mesmo sofrer um ataque cardíaco pelo Dragão. Vitória só não serve, tem que dar show!
Marcadores:
crise,
Goiás,
Vila Nova e Atlético
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Furando a Retranca (publicada dia 18/08/09)
Verdão lança moda com tática ‘menos um'
No fechamento do primeiro turno do Brasileiro, o Verdão impôs moral e, além de quase matar do coração os cachorros da Vila Lobó, com o foguetório antes e depois da partida, andou assustando também os outros times com um esquema tático nunca dantes aplicado no futebol. Nada de 3-6-1 ou qualquer teorema confuso vindo da prancheta dos professores. A armação esmeraldina está inovando mesmo é na formação batizada de ‘menos um’. Em todo jogo um jogador, escolhido aleatoriamente, dá um jeito de ser expulso. O time então aparenta sentir o golpe, ficar fragilizado, mas tudo faz parte da tática de surpreender o rival - que assanhado lança-se desesperadamente ao ataque. Coisa de gênio viu! No domingo, foi a vez de Ramalho – de novo ele – cumprir o papel de desfalque. O volante precisou de 43 minutos para ser mandado embora. E olha que o cara ainda vinha se recuperando de uma costela quebrada, por isso a demora.
Sorrisão 0 km
Agora, se engana quem pensa que no Vila Nova não tenha um caboco com motivo para rir satisfeito da vida. Não é que o grande Delssôn, que é uma figura emblemática ali no clube tal qual Nega Brechó e responsável por cuidar com carinho do gramado do OBA, tá com dentadura nova e tratamento odontológico. Tudo presente do jogador Cocito. Em 15º na tabela e perto da faixa de degola, só tá faltando mesmo é o Tigrão dar algum motivo para que o Delssôn possa estrear o novo sorrisão charmoso.
Liderança é pouco
Mas o que realmente não entra na cabeça de muita gente é o que a torcida do Atlético anda querendo? Alguém fala aí! O time tá lá na ponta, deixando para trás Vasco, Portuguesa e o escabau, e ainda assim toma vaia da torcida. Como assim? O que alivia um pouco os jogadores é que a tal ‘massa’ rubronegra peleja mas não consegue colocar nem 4 mil neguim no Serra.
Marcadores:
Goiás,
Vila Nova e Atlético
Assinar:
Postagens (Atom)